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April 15, 2011 0:00 , by Colivre.net - | No one following this article yet.

Cooperativas são ótimos lugares para trabalhar e colaboram para o crescimento econômico do Brasil

October 31, 2014 18:19, by Portal Bahia Cooperativo - 0no comments yet

A revista Você S/A publicou, em uma edição especial, um ranking com as 150 melhores empresas para os profissionais atuarem. Entre as classificadas estão 16 cooperativas, sendo treze do ramo saúde, duas do crédito e uma do agropecuário. O levantamento considera 18 setores da economia. Desta forma, o ranking deixa evidente que o cooperativismo já se consolidou como categoria econômica e forte colaborador no desenvolvimento do país. O objetivo da publicação é reconhecer e valorizar as empresas, instituições e cooperativas.

De acordo com dados da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB, o Brasil possui 6,8 mil cooperativas, distribuídas em 13 ramos de atividades, gerando cerca de 340 mil empregos formais e obteve crescimento de 83,2% nos últimos dez anos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE - apresentou em uma pesquisa que cerca de 50% de tudo que é produzido no setor agropecuário brasileiro passa por uma cooperativa. Quando tratamos sobre o ramo transporte, fica mais evidente como o cooperativismo é uma categoria econômica importante no desenvolvimento do país. O ramo transporte foi responsável pela circulação de 330 milhões de toneladas de cargas, tendo uma movimentação econômica superior a 6 bilhões por ano. O ramo saúde, que foi destaque na ranking, agrega cerca de 110 mil médicos cooperados, trabalhando em 83 municípios do Brasil e atende mais de 24 milhões de pessoas, movimentando em 2013 R$ 36 bilhões de reais. Os números comprovam a força do cooperativismo, que vem crescendo e se estabelecendo como importante categoria econômica.

O resultado apresentado pela revista Você S/A, é uma prova do modelo de gestão bem-sucedido das cooperativas em nosso país. Os pesquisadores visavam identificar como os empregados avaliavam o seu ambiente de trabalho e a partir dessas respostas foi sendo construída a relação apresentada. Foram analisadas as respostas de 117,7 mil funcionários de 384 companhias.

Com informações do Sistema OCB



Cooperativas são ótimos lugares para trabalhar e colaboram para o crescimento econômico do Brasil

October 31, 2014 18:19, by Portal Bahia Cooperativo - 0no comments yet

A revista Você S/A publicou, em uma edição especial, um ranking com as 150 melhores empresas para os profissionais atuarem. Entre as classificadas estão 16 cooperativas, sendo treze do ramo saúde, duas do crédito e uma do agropecuário. O levantamento considera 18 setores da economia. Desta forma, o ranking deixa evidente que o cooperativismo já se consolidou como categoria econômica e forte colaborador no desenvolvimento do país. O objetivo da publicação é reconhecer e valorizar as empresas, instituições e cooperativas.

De acordo com dados da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB, o Brasil possui 6,8 mil cooperativas, distribuídas em 13 ramos de atividades, gerando cerca de 340 mil empregos formais e obteve crescimento de 83,2% nos últimos dez anos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE - apresentou em uma pesquisa que cerca de 50% de tudo que é produzido no setor agropecuário brasileiro passa por uma cooperativa. Quando tratamos sobre o ramo transporte, fica mais evidente como o cooperativismo é uma categoria econômica importante no desenvolvimento do país. O ramo transporte foi responsável pela circulação de 330 milhões de toneladas de cargas, tendo uma movimentação econômica superior a 6 bilhões por ano. O ramo saúde, que foi destaque na ranking, agrega cerca de 110 mil médicos cooperados, trabalhando em 83 municípios do Brasil e atende mais de 24 milhões de pessoas, movimentando em 2013 R$ 36 bilhões de reais. Os números comprovam a força do cooperativismo, que vem crescendo e se estabelecendo como importante categoria econômica.

O resultado apresentado pela revista Você S/A, é uma prova do modelo de gestão bem-sucedido das cooperativas em nosso país. Os pesquisadores visavam identificar como os empregados avaliavam o seu ambiente de trabalho e a partir dessas respostas foi sendo construída a relação apresentada. Foram analisadas as respostas de 117,7 mil funcionários de 384 companhias.

Com informações do Sistema OCB



III BahiaCoop: presidente Cergio Tecchio fala sobre o evento

October 27, 2014 19:34, by Portal Bahia Cooperativo - 0no comments yet

O Sistema OCEB-SESCOOP/BA promoveu nos dias 09 e 10 de outubro, o grande evento do cooperativismo baiano, o Encontro Estadual das Cooperativas Baianas – BahiaCoop. O encontro reuniu nos dois dias mais de 220 cooperativistas, que acompanharam apresentações de casos de sucesso das cooperativas dos ramos agropecuário, crédito, educação e transportes, além de palestras ministradas pelo diretor do Bancoob, Marcos Aurélio Almada e do presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná – OCEPAR, João Paulo Koslovski. Além disso, uma exposição com várias cooperativas aconteceu durante o evento. O presidente do Sistema OCEB-SESCOOP/BA, Cergio Tecchio, fala sobre esse importante evento. Confira.

1 – Qual avaliação o senhor faz do evento?

O III BahiaCoop foi um grande evento do cooperativismo da Bahia, onde pôde-se discutir as grandes questões que norteiam o cooperativismo, visando o desenvolvimento das cooperativas. O encontro foi uma grande oportunidade, também, de integração e intercooperação.

2 – O que o senhor destaca como diferencial dessa edição?

A participação das cooperativas no evento, os temas abordados pelos palestrantes convidados, que são comprovadamente grandes conhecedores dos temas e com destaque no cooperativismo nacional. Outro aspecto, foi a participação dos presentes nos debates e a intercooperação entre os participantes.


3 – Como surgiu a ideia de convidar os palestrantes – Marcos Almada, João Paulo Koslovski e Kau Mascarenhas?

Os temas apresentados foram abordados com muita frequência nas reuniões regionais, que realizamos durante o ano de 2014, e identificamos a necessidade de serem abordados mais profundamente. Desta forma, buscamos lideranças que pudessem tratar estes temas em um grande encontro. Assim surgiu o convite a estas lideranças, que compartilharam suas ideias e o trabalho que vem desenvolvendo em prol do cooperativismo.

4 – O evento superou as expectativas do senhor?

Com certeza. O evento superou todas as expectativas que projetamos, principalmente porque as pessoas que participaram são comprometidas com a causa do cooperativismo e buscam melhorar o desempenho das cooperativas em que são dirigentes e colaboradores.

5 – O presidente da OCB durante a sua mensagem destacou a boa gestão do senhor frente ao cooperativismo baiano, o que o senhor destaca como responsável por essa impressão do presidente da OCB?

Nosso trabalho é baseado nos anseios apresentados pelos dirigentes das cooperativas da Bahia, através da elaboração do planejamento estratégico, que define as ações que devem ser desenvolvidas pela OCEB e SESCOOP para garantir o crescimento do cooperativismo baiano. A nossa missão e executarmos de forma correta o planejamento e se for realizado, com certeza, os resultados acontecem. Além disso, temos uma equipe de trabalho composta de Conselheiros e colaboradores que trabalham juntos para o desenvolvimento das ações planejadas.

6 – Qual a razão do evento acontecer a cada dois anos?

O evento está programado com essa periodicidade para termos melhor condição de realizá-lo. Nos intervalos são desenvolvidos encontros dos ramos das cooperativas, assim podemos trabalhar de forma genérica e também específica nos ramos.

7 – A intercooperação é um princípio cooperativista bastante reforçado pelo Sistema OCEB e a exposição organizada pelo evento é uma prova disso. Foram fechados alguns negócios ou parcerias?

O evento da exposição não visa muito a realização de negócios imediato e no local, mas sim mostrar os produtos e serviços das cooperativas para as outras e criar uma relação para futuros negócios entre as partes e para com o mercado.

8 – Qual a expectativa do Sistema OCEB depois da realização desse evento?

Que os participantes possam levar e aplicar em suas cooperativas os conhecimentos aprendidos, proporcionando o crescimento da cooperativa para conquistar espaço no mercado e assim atrair novos associados para expandir seus negócios.

9 – Por que foram escolhidas cooperativas dos ramos agropecuário, credito, educação e transportes para realizarem apresentações de casos de sucesso?

Foram discutidos temas para serem apresentados no BahiaCoop, como desenvolvimento, governança, interação com a comunidade e intercooperação e buscamos cooperativas que já realizam na prática estes trabalhos para mostrar para as demais. São muitas cooperativas que têm desenvolvido boas práticas na Bahia, mas só podíamos ter quatro por causa do espaço disponibilizado. Desta forma, as cooperativas foram submetidas a apreciação do Conselho Diretor da OCEB, antes de serem convidadas, para realizarem a apresentação.

10 – Durante o evento, a Rede Olá foi colocada à disposição dos participantes. Qual a expectativa em relação a essa ferramenta?

A Rede Olá é uma ferramenta de relacionamento social do Sistema OCEB/SESCOOP na Bahia, que visa estreitar o relacionamento do mundo cooperativista da Bahia e da cooperativa e sua representação, bem como entre as cooperativas e os cooperados, além de ser um espaço para ofertar produtos e serviços das cooperativas. A rede também deverá ser um espaço de divulgação das ações das cooperativas e do cooperativismo com a opinião pública em geral. Estamos entrando numa nova era do cooperativismo, a da informação compartilhada e da aproximação através de redes sociais.

11 – Qual o momento o senhor destaca como mais relevante dessa edição?

O BahiaCoop foi programado para ter várias ações importantes, mas o novo posicionamento é um marco para o cooperativismo brasileiro e a divulgação pelo presidente da OCB foi muito importante, pois nos mostrou que temos muito a conseguir e precisamos repensar o que estamos fazendo e inovar para buscarmos cativar as pessoas, objetivando que elas busquem o cooperativismo para seus negócios, e o cooperativismo estar preparado para isso.

12 – O senhor pode destacar três aspectos que podem ser aprimorados para o próximo evento

Nos próximos eventos precisamos destacar cada vez mais os negócios do cooperativismo, a relação do cooperativismo para com o mercado e o sistema de relacionamento entre cooperativas e seus associados.

13 – De que forma esse evento contribui para o cooperativismo na Bahia?

Mostrar aos membros das cooperativas que temos muito a ser desenvolvido. Já realizamos muitas ações como foi demonstrado pelas cooperativas no evento, mas temos que buscar sempre mais. As oportunidades existem e basta que nós estejamos prontos para nos apropriarmos delas, não podemos deixar passá-las e isto foi demonstrado durante o encontro.

14 – O que os presidentes, conselheiros e cooperados podem esperar do próximo BahiaCoop?

Para o próximo BahiaCoop, vamos buscar maior participação dos dirigentes e conselheiros das cooperativas para oportunizar uma visão ampla do sistema cooperativo, dando oportunidade de ampliarem os conhecimentos para desenvolverem seus trabalhos com maior tranquilidade.



Presidente do Sistema OCB entrega propostas do cooperativismo a Dilma e a Aécio

October 24, 2014 13:20, by Portal Bahia Cooperativo - 0no comments yet

O documento "Propostas do Cooperativismo à Presidência da República, com horizonte entre 2015 e 2018", foi entregue ontem pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, em mãos, a Dilma Rousseff e a Aécio Neves, que disputam, no segundo turno, a principal cadeira do Executivo Federal. A entrega ocorreu em eventos distintos, no estado de Minas Gerais, e foi acompanhada pelo superintendente, Renato Nobile.

A entrega do documento é o resultado de um trabalho iniciado em abril deste ano. A ideia foi apresentada durante a Assembleia Geral Ordinária da Organização das Cooperativas Brasileiras, que foi prontamente encampada e apoiada pela Diretoria. O próximo passo foi identificar as demandas, mais urgentes, junto às Unidades Estaduais e dos dirigentes do setor, resultando em seis macrotemas.

Para o presidente Márcio Freitas, a entrega das demandas do cooperativismo na reta final da campanha é muito significativa. “Temos a oportunidade de reforçar a importância das cooperativas para quem ocupar o posto de chefe-maior do estado brasileiro. As cooperativas acreditam que o reconhecimento do setor como ferramenta de desenvolvimento socioeconômico deve começar pelo presidente do Brasil. Só assim as cooperativas poderão contribuir ainda mais com o crescimento da família brasileira”, avalia Márcio Freitas, citando que tanto Dilma quanto Aécio mostraram-se muito receptivos às demandas do setor.

PROPOSTAS – O documento reúne as necessidades prementes, listadas em um processo de construção participativa e que reflete os anseios do cooperativismo em torno dos principais desafios e oportunidades, perante o poder público.

Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, nos últimos anos, o cooperativismo tem firmado sua participação e posição de destaque na economia do país e na construção de uma sociedade mais justa e com indicadores extremamente representativos.

“Precisamos aproveitar o momento para evidenciar o cooperativismo como uma importante ferramenta para o desenvolvimento do Brasil, tendo em vista seus inúmeros diferenciais. As cooperativas são empreendimentos sustentáveis, que valorizam a participação dos seus associados, a gestão democrática e o interesse pela comunidade”, comenta Márcio Freitas.

As propostas foram compiladas em ações e demandas que merecem a atenção da Presidência da República. Elas estão divididas em seis principais macrotemas:

1 - Reconhecimento da importância econômica e social do cooperativismo

Obter a compreensão pelo poder público do papel do cooperativismo como modelo econômico sustentável, capaz de aprimorar as políticas de inclusão social e de geração de renda, fortalecendo seu papel como parte da agenda estratégica do país.

2 - Ato cooperativo e simplificação da carga tributária

Compreender a necessidade de um tratamento tributário adequado ao ato cooperativo, que atenda às especificidades da natureza jurídica das sociedades cooperativas, que têm sofrido com a “bitributação”, em desacordo com o princípio da capacidade contributiva.

3 - Modernização da lei geral das cooperativas

Atualizar a Lei nº 5.764/1971, adaptando-a as necessidades atuais das sociedades cooperativas, com a criação de mecanismos institucionais de relevância, tais como o certificado de crédito cooperativo, o procedimento de recuperação judicial de cooperativas e a previsão legal da existência da categoria econômica cooperativista.

4 - Acesso a crédito e linhas de financiamento público pelas cooperativas

Ampliar e adequar as linhas de financiamento público para o investimento, custeio e capital de giro das cooperativas, permitindo que estas ampliem a estrutura do seu negócio e se fortaleçam por meio da economia de escala.

5 - Segurança jurídica e regulatória para o cooperativismo

Garantir maior clareza nos critérios adotados pelos órgãos reguladores e de fiscalização das atividades cooperativas, reconhecimento da categoria econômica cooperativista para fins sindicais e ajuste dos marcos regulatórios setoriais de cooperativas em diversos ramos, de modo que tragam um ambiente de segurança jurídica adequado ao desenvolvimento do cooperativismo.

6 - Eficiência do Estado e gestão pública

Ampliar a eficiência do Estado diminui prejuízos sociais e econômicos, tendo como resultados mensuráveis a melhor utilização dos recursos públicos, a oferta de serviços públicos de boa qualidade à sociedade, bem como a redução da carga tributária.

Além disso, o documento traz ainda uma série de dados e números sobre a importância econômica do cooperativismo, abordando suas dimensões social e econômica, nos âmbitos nacional e internacional.

- O modelo cooperativista já alcança mais de 1 bilhão de pessoas no mundo; - Uma em cada sete pessoas no mundo é associada a uma cooperativa; - Atualmente, as cooperativas estão presentes em mais de 100 países e geram mais de 100 milhões de empregos; - O Brasil possuiu, hoje, mais de 6,8 mil cooperativas distribuídas em 13 ramos; - O crescimento de cooperados nos 10 últimos foi de 87,9%, passando do patamar de 11,5 milhões de associados; - As cooperativas brasileiras geram hoje cerca de 340 mil empregos formais, obtendo um crescimento de 83,2% nos últimos dez anos; - O número de cooperados representa 5,7% da população brasileira, mas se somarmos as famílias dos cooperados, estima-se que o movimento, atualmente, agregue mais de 46 milhões ou 22,8% do total de brasileiros; - Em 2013, as vendas das cooperativas alcançaram 143 países, sendo que os principais destinos são: China (15,4%), Estados Unidos (10,9%), Emirados Árabes (7,8%) e Países Baixos (6,5%); - Das 27 unidades da Federação, 21 realizaram exportações por meio de cooperativas em 2013, tendo como principais exportadores, os estados: Paraná (31,4%), São Paulo (30,9%), Minas Gerais (10,1%) e Santa Catarina (7,8%).

Fonte:( ASCOM OCB)



Presidente do Sistema OCB entrega propostas do cooperativismo a Dilma e a Aécio

October 24, 2014 13:20, by Portal Bahia Cooperativo - 0no comments yet

O documento "Propostas do Cooperativismo à Presidência da República, com horizonte entre 2015 e 2018", foi entregue ontem pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, em mãos, a Dilma Rousseff e a Aécio Neves, que disputam, no segundo turno, a principal cadeira do Executivo Federal. A entrega ocorreu em eventos distintos, no estado de Minas Gerais, e foi acompanhada pelo superintendente, Renato Nobile.

A entrega do documento é o resultado de um trabalho iniciado em abril deste ano. A ideia foi apresentada durante a Assembleia Geral Ordinária da Organização das Cooperativas Brasileiras, que foi prontamente encampada e apoiada pela Diretoria. O próximo passo foi identificar as demandas, mais urgentes, junto às Unidades Estaduais e dos dirigentes do setor, resultando em seis macrotemas.

Para o presidente Márcio Freitas, a entrega das demandas do cooperativismo na reta final da campanha é muito significativa. “Temos a oportunidade de reforçar a importância das cooperativas para quem ocupar o posto de chefe-maior do estado brasileiro. As cooperativas acreditam que o reconhecimento do setor como ferramenta de desenvolvimento socioeconômico deve começar pelo presidente do Brasil. Só assim as cooperativas poderão contribuir ainda mais com o crescimento da família brasileira”, avalia Márcio Freitas, citando que tanto Dilma quanto Aécio mostraram-se muito receptivos às demandas do setor.

PROPOSTAS – O documento reúne as necessidades prementes, listadas em um processo de construção participativa e que reflete os anseios do cooperativismo em torno dos principais desafios e oportunidades, perante o poder público.

Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, nos últimos anos, o cooperativismo tem firmado sua participação e posição de destaque na economia do país e na construção de uma sociedade mais justa e com indicadores extremamente representativos.

“Precisamos aproveitar o momento para evidenciar o cooperativismo como uma importante ferramenta para o desenvolvimento do Brasil, tendo em vista seus inúmeros diferenciais. As cooperativas são empreendimentos sustentáveis, que valorizam a participação dos seus associados, a gestão democrática e o interesse pela comunidade”, comenta Márcio Freitas.

As propostas foram compiladas em ações e demandas que merecem a atenção da Presidência da República. Elas estão divididas em seis principais macrotemas:

1 - Reconhecimento da importância econômica e social do cooperativismo

Obter a compreensão pelo poder público do papel do cooperativismo como modelo econômico sustentável, capaz de aprimorar as políticas de inclusão social e de geração de renda, fortalecendo seu papel como parte da agenda estratégica do país.

2 - Ato cooperativo e simplificação da carga tributária

Compreender a necessidade de um tratamento tributário adequado ao ato cooperativo, que atenda às especificidades da natureza jurídica das sociedades cooperativas, que têm sofrido com a “bitributação”, em desacordo com o princípio da capacidade contributiva.

3 - Modernização da lei geral das cooperativas

Atualizar a Lei nº 5.764/1971, adaptando-a as necessidades atuais das sociedades cooperativas, com a criação de mecanismos institucionais de relevância, tais como o certificado de crédito cooperativo, o procedimento de recuperação judicial de cooperativas e a previsão legal da existência da categoria econômica cooperativista.

4 - Acesso a crédito e linhas de financiamento público pelas cooperativas

Ampliar e adequar as linhas de financiamento público para o investimento, custeio e capital de giro das cooperativas, permitindo que estas ampliem a estrutura do seu negócio e se fortaleçam por meio da economia de escala.

5 - Segurança jurídica e regulatória para o cooperativismo

Garantir maior clareza nos critérios adotados pelos órgãos reguladores e de fiscalização das atividades cooperativas, reconhecimento da categoria econômica cooperativista para fins sindicais e ajuste dos marcos regulatórios setoriais de cooperativas em diversos ramos, de modo que tragam um ambiente de segurança jurídica adequado ao desenvolvimento do cooperativismo.

6 - Eficiência do Estado e gestão pública

Ampliar a eficiência do Estado diminui prejuízos sociais e econômicos, tendo como resultados mensuráveis a melhor utilização dos recursos públicos, a oferta de serviços públicos de boa qualidade à sociedade, bem como a redução da carga tributária.

Além disso, o documento traz ainda uma série de dados e números sobre a importância econômica do cooperativismo, abordando suas dimensões social e econômica, nos âmbitos nacional e internacional.

- O modelo cooperativista já alcança mais de 1 bilhão de pessoas no mundo;
- Uma em cada sete pessoas no mundo é associada a uma cooperativa;
- Atualmente, as cooperativas estão presentes em mais de 100 países e geram mais de 100 milhões de empregos;
- O Brasil possuiu, hoje, mais de 6,8 mil cooperativas distribuídas em 13 ramos;
- O crescimento de cooperados nos 10 últimos foi de 87,9%, passando do patamar de 11,5 milhões de associados;
- As cooperativas brasileiras geram hoje cerca de 340 mil empregos formais, obtendo um crescimento de 83,2% nos últimos dez anos;
- O número de cooperados representa 5,7% da população brasileira, mas se somarmos as famílias dos cooperados, estima-se que o movimento, atualmente, agregue mais de 46 milhões ou 22,8% do total de brasileiros;
- Em 2013, as vendas das cooperativas alcançaram 143 países, sendo que os principais destinos são: China (15,4%), Estados Unidos (10,9%), Emirados Árabes (7,8%) e Países Baixos (6,5%);
- Das 27 unidades da Federação, 21 realizaram exportações por meio de cooperativas em 2013, tendo como principais exportadores, os estados: Paraná (31,4%), São Paulo (30,9%), Minas Gerais (10,1%) e Santa Catarina (7,8%).

Fonte:( ASCOM OCB)